Talentos: Como criamos uma máquina de brilho nos olhos de jovens estrelas? 

Em meio a um mercado repleto de possibilidades, as startups atraem os jovens pela possibilidade de desenvolvimento e crescimento rápido.


No CAOS Focado existe um processo estruturado de busca contínua de talentos estrela, e uma capacidade ímpar de formar lideranças jovens, para assumir muita responsabilidade com alto desempenho nas startups nascentes em pouco espaço de tempo.


A proposta de valor para o talento (Employee Value Proposition – EVP) é ímpar, porque uma jovem estrela pode construir uma área do zero, se tornar head da área, contratar pessoas para liderar e conquistar stock options da empresa em um período de 2-4 anos. Nenhum programa de trainee, por mais arrojado que seja, ou mesmo posições em startups mais consolidadas, oferece uma oportunidade de crescimento tão acelerado e empoderador como o CAOS Focado. Não é à toa que em último evento em que a CAOS Focado apresentou sua proposta de valor a jovens talentos em uma palestra, mais de 50% dos participantes se interessaram em ingressar na nossa base de talentos, de forma superior até aos empregadores patrocinadores de tal evento.

Na trajetória do NAV, uma venture CAOS Focado, a primeira máquina que tivemos que construir, ainda na fase anterior, foi a comercial – idealizada e evoluída de forma magistral pelo Leandro Dias, que assumiu a gestão comercial do NAV. Logo na sequência, pós-venda, financeiro e operações, com um movimento acertado de agora mesclar alguns talentos de mercado, com mais experiência, ao time NAV que, apesar de em geral menos experiente, é formado por pessoas crescendo em maturidade de forma exponencial, que levaram a startup da construção à aquisição (confira o case aqui) por um dos maiores grupos educacionais do país.


E, por que jovens estrelas devem trabalhar em Startups?


Quem nunca ouviu a clássica história de que o estagiário é responsável por servir o café?

Bem distante dessa realidade, no mundo dessas empresas que, mesmo novas no mercado, crescem exponencialmente, jovens talentos com histórico de engajamento em projetos universitários – como empresas juniores e outras organizações estudantis – encontram uma oportunidade atraente para o seu perfil: um espaço onde a autonomia lhes permite ter voz e liberdade para criar e aprimorar conhecimentos.


Além disso, muitas dessas empresas também permitem uma ascensão acelerada em relação àquelas mais tradicionais, devido a busca por uma liderança jovem que muito provavelmente não atingiria tais cargos com tanta velocidade nas empresas mais convencionais do mercado. Como relata Lucas Torres, um dos founders do Caos Focado:

A liberdade da startup não vem do “sem chefe”, as demandas vêm dos clientes, dos investidores, etc. […] Desafios estão postos, mas as respostas não. O desafio é testar hipóteses com liberdade criativa e encontrar a melhor solução. Ter voz e liberdade para criar tem a ver com as gerações atuais visando mais isso no mercado de trabalho.

Quando olhamos para os jovens engajados em projetos de extensão universitária, muitas vezes nos deparamos com um perfil que busca justamente essas características em seus futuros locais de trabalho: autonomia e desafios. O ambiente das Startups, por estarem em construção, demandam tais aspectos, possibilitando que estes mesmos jovens sejam vistos como potenciais líderes em um curto espaço de tempo.


Não é raro nos depararmos com jovens que se desanimam ao ir de um cargo de liderança em entidades estudantis, para um cargo operacional durante o seu estágio. Uma pesquisa realizada pela Page Talent com 500 jovens de 18 a 24 anos buscou mapear quais são os aspectos que mais frustram os estagiários durante esse período de iniciação no mercado de trabalho. A pesquisa concluiu que a falta de autonomia na execução de tarefas é o aspecto mais desmotivador para estes jovens, sendo que 35% relataram que possuem pouca ou nenhuma autonomia em seus estágios. De acordo com Manoela Costa, gerente da Page Talent no Brasil, “os jovens têm o sonho de começar no ambiente corporativo já ocupando posições estratégicas, com liberdade de executar o próprio trabalho”.


Enquanto observamos este cenário onde muitos jovens se frustram por não encontrarem tal liberdade no mercado de trabalho, por outro lado nos deparamos com Letícia Maria, estagiária em Gente e Gestão na Venture Builder Caos Focado, nos relatando a sua experiência de como o ambiente, tanto das startups co-fundadas pelo Caos, quanto o da própria Venture Builder, vêm na contramão da grande maioria das empresas, proporcionando autonomia em atividades que agregam em sua formação profissional:

Aqui no CAOS o meu estágio vai muito além das atividades operacionais que geralmente são oferecidas por estágios em empresas mais tradicionais. Vejo vários relatos de amigos que no estágio só estão em contato com atividades menos estratégicas, de impacto indireto em processos da organização e que se frustram diariamente com isso. Logo nos primeiros meses já tive a oportunidade de me engajar na construção e aplicação de grandes projetos como os de Design Organizacional e Cultura Organizacional da VB e de suas Ventures. A aproximação de pessoas que estão em cargos de liderança e de board das empresas também ocorreu no início do meu estágio, como consequência de tais processos.

Leandro Dias, um dos sócio do Caos Focado, ao nos relatar sua história e sua vivência no mercado de trabalho, se torna um exemplo de como esse cenário em startups é motivador para quem almeja estar fora de sua zona de conforto, buscando desafios constantes e que geram grande impacto não só no mercado, mas em quem embarca junto nessa jornada:

Vim de um ambiente corporativo de uma multinacional que era extremamente tóxico […] e encontrei nas startups que trabalhei, oportunidade de estar com pessoas inspiradoras que também buscavam atuar com o propósito de gerar impacto no Brasil. Tive oportunidade de montar meu próprio plano de carreira e vi que a capacidade de crescimento daquelas empresas estavam ligados à minha capacidade de execução.

Leandro, desde sua formação acadêmica buscou se envolver em projetos ligados ao empreendedorismo, participando da organização de eventos ligados à esse tema, assumindo cargos de liderança em projetos acadêmicos e realizando um intercâmbio para a Colômbia, onde teve a oportunidade de, além de se envolver em um movimento de inovação, se aproximar da educação e seu caráter transformador. Quando voltou para o Brasil ingressou na Geekie, uma empresa que lhe aproximou da realidade das startups: atuou em diversas áreas, conheceu pessoas de grande potencial e entendeu a importância de viver experiências desafiadoras, como gerir pessoas, negociar ideias e produtos e participar de toda a engrenagem de uma empresa, sempre “agindo como se estivesse na posição que almejasse ter”.


Após isso Leandro conheceu o Nave à vela, startup fundada por Lucas Torres e que lhe aproximou do Caos. Leandro relata que observou no NAV, principalmente através das suas conversas com o Miguel, também founder do Caos, e com o Lucas, uma capacidade de conceitualizar em produtos uma ideia que era tendência mundial e que tinha grande potencial. Leandro se tornou um dos líderes do NAV em uma trajetória intensa e, se comparada à de empresas tradicionais, de curto espaço de tempo.

Dos 20 aos seus 30 anos o dinheiro que ganhamos todos mês não deve ser o nosso principal objetivo; podemos até começar bem financeiramente em empresas mais tradicionais, mas em startups o desenvolvimento é muito mais acelerado. […] Você levaria anos para se tornar líder em uma dessas empresas, sem contar toda a experiência que seria exigida caso você almejasse subir de um cargo. Em startups você pode desenvolver essas experiências, você está em contato com investidores, com líderes, com todo o sistema, que cresce junto com você. […] Virei sócio de uma startup em uma trajetória que teve os princípios que eu mais valorizo: pessoas inspiradoras, conhecimento e aprendizado, apostas altas e sentimento de dono. Aprendi que é o time que faz as coisas acontecerem.

Entre esses e tantos outros motivos, jovens buscam cada vez mais por lugares que possam se sentir ativos no crescimento de onde atuam. Como disse Letícia:

Ver a valorização da liderança jovem e estagiar em um lugar onde você tem oportunidades de crescimento pessoal e profissional de forma exponencial são alguns dos diversos aspectos que tornam essas startups um diferencial para jovens que querem muito além da prática operacional nos processos organizacionais.

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